32. Alguém que compreenda minha dor – Parte 2
Carolina
— Mãe — chamo, olhando ao redor. As pessoas aqui são sempre muito educadas quando me encaram. A mulher que me trouxe até o pátio onde minha mãe me esperava foi cuidadosa e mencionou que ela tem se mostrado firme na decisão de não voltar ao álcool.
Seu rosto parece mais vivo do que das últimas vezes em que a vi. Ainda há tristeza em seu olhar, mas não é como se estivesse se apagando aos poucos na esperança de reencontrar meu pai.
Parece mais lúcida também, e fico aliviada por não encont