Não consegui pregar o olho um minuto sequer.
A dor era sufocante, dilacerante. Lágrimas desciam, uma por uma, e eu, encolhida em posição fetal, abraçada ao travesseiro, revivia os bons momentos que tive com Alex.
Não tinha esperanças de tê-lo de volta, ele deixou bem claro que não me perdoaria, nada que eu fizesse o traria novamente para mim.
Era o fim.
E doía tanto, mas tanto.
Quando os raios de sol incidiram pela janela, indicando que já havia amanhecido, eu me levantei.
Desconsol