Guilherme narrando
Meu corpo ainda estava colado ao dela, minha respiração pesada, tentando se normalizar depois da intensidade do que acabamos de viver. Camila estava debaixo de mim, os olhos fechados, a pele corada, os lábios entreabertos, como se estivesse absorvendo cada sensação.
Passei a mão pelo rosto dela, afastando uma mecha de cabelo, e ela abriu os olhos devagar, me encarando com aquele olhar que sempre me prendeu.
— Isso nunca acabou… — repeti baixinho, sentindo meu peito apertar co