Depois daquela conversa, voltei a fazer o que sempre fiz — e o que sabia fazer de melhor: estabelecer limites. Mas dessa vez, não para ela — para mim. Eu precisava me lembrar de que, por mais que Celina tivesse o poder de me desestabilizar, eu ainda era o homem que sustentava um império com base em disciplina, ordem e controle.
Era um alívio perceber que podíamos fazer isso: deixar aquela noite para trás. Seguimos em frente com uma facilidade quase desconcertante. Celina cont