Eu deveria ter enviado um e-mail detalhado, expondo os argumentos sobre a atividade que eu recomendava para Sofia nas férias. Ou escrito tudo na agenda e deixado em cima da mesa dele, aproveitando um momento em que Gabriel não estivesse em casa. Poderia ter mandado uma mensagem no WhatsApp, feito um gráfico, enviado uma carta, contratado um pombo-correio… Havia mil maneiras de comunicar minhas sugestões sem precisar encará-lo.
Mas, ainda assim, lá estava eu. De pé, diante dele.