Pietro, com aquele ar maroto que só ele tinha, sorriu como se esperasse uma recompensa.
— Um mês de férias — anunciou Pitter, generoso.
A resposta foi recebida como um prêmio. Pietro quase dançou no meio da sala.
— Irmão… se continuar assim, vai desperdiçar a chance da sua vida! — disse ele, com um arrependimento exagerado. — Por que não avançou de vez na Amara? Que desperdício…
Pitter lançou-lhe um olhar gélido, de soslaio.
— E você acha que isso resultaria em quê?
— Hm… — Pietro levou a mão ao