Após a partida de Onório, Amara viveu um mês inteiro sob uma pressão sufocante, como se tivesse recebido um diagnóstico irreversível e estivesse contando os dias até o inevitável.
Encontrar Onório e reencontrar aquela pessoa pessoalmente eram coisas completamente diferentes. O primeiro já era arriscado; o segundo, imprevisível. Havia inúmeras variáveis fora de controle naquela jornada — e, ainda assim, ela não tinha escolha. Precisava ir.
Durante aquele período, Amara ocupou-se ao máximo. Le