Amara surgia no início do tapete vermelho. Usava um vestido magenta de renda que parecia moldado em seu corpo com perfeição. A cor, ousada e quase impossível de ser usada sem exagero, nela parecia feita sob medida. Sua silhueta era realçada com delicadeza; a gola deixava à mostra a clavícula, e o tecido esvoaçante a transformava em pura arte em movimento.
Quando o estilista sugeriu aquele vestido, Amara duvidou de si mesma. Achava que jamais conseguiria usá-lo com segurança. Mas agora, ali, cami