Helena Narrando…
Eu achava que sabia o que era ter uma vida… normal.
Acordar, trabalhar, pegar ônibus, voltar pra casa, cuidar da minha mãe, tentar pagar contas, e torcer pra que nada fugisse do controle. Era isso. A minha rotina. A minha realidade.
Até o dia em que dentro da V-Tech, com o uniforme de faxineira no corpo e café nas mãos, esbarrei — literalmente — na pessoa mais improvável que o universo poderia colocar no meu caminho: Lorenzo Vasconcellos.
Desde então… tudo tem sido uma