O nome na tela não me surpreendeu, mas sim o momento. Naquela manhã recebi um bilhete, que o porteiro havia me entregado, era um número com um nome escrito em baixo:
Lívia.
Mandei um “Oi” por mensagem, ela apenas respondeu dizendo “número salvo”. Ela parecia ser uma mulher de negócios também, e o pior, parecia que estava me observando há um tempo.
Aquilo já dizia muito.
A ligação agora não carregava espanto, carregava continuidade. Era o segundo movimento de alguém que não improvisa, que observ