Nina
O som da porta se fechando é tudo que preciso para que a tremedeira me tome de vez. Olho para a sala de Sarah, o ambiente familiar aliviando um pouco o peso em meu peito.
Subo as escadas devagar, sentindo como cada passo me custa um pouco do meu controle.
Como eu pude ser tão tola? Não era eu, que sempre dizia como agiria diferente das mulheres agredidas? Eu não dizia que saberia discernir os sinais e que nunca, em hipótese alguma, me tornaria mais uma dentre muitas nas estatísticas?
Porra