— O mundo humano? — repetiu a mãe, como quem pede explicações a uma criança que ousa demais. — E o que exatamente você imagina que vai fazer lá?
A jovem apertou as mãos, os olhos marejados de emoção.
— Preciso conquistar Alexander — disse de uma vez, quase como um grito reprimido. — Antes que alguma humana imunda o prenda a ela. Antes que ele se perca em braços que não são dignos sequer de tocá-lo. Eu não posso permitir isso, mãe. Ele tem que ser meu!
O silêncio que se seguiu foi carregado de