Ao lado dela caminhava o soldado que havia recebido as flores com chocolate. O mesmo que, no dia anterior, havia sido alvo de olhares curiosos e comentários sussurrados. Atrás, um pouco mais afastada, seguia sua serva principal — Uma mulher linda — de uma beleza fria, perigosa. Devia ter por volta de trinta e cinco anos. Usava um vestido de saco de linho finos simples, o jovem soldado que levara as flores até a condessa, mantinha a cabeça baixa, visivelmente nervoso.
O grupo parou diante das celas.
O guarda que recebera as flores deu um passo à frente e apontou com o queixo.
— Foi aquele ali, senhora.
Dhonavan já estava de pé, as mãos segurando firmemente as grades à sua frente. Ao ouvir a indicação, seu corpo reagiu instintivamente. Ele retraiu os ombros, respirou fundo e lançou um olhar rápido para o lado.
Crystofe.
Crystofe estava sentado sobre a cama de pedra, os cotovelos apoiados nos joelhos, a cabeça levemente baixa. Ao perceber o olhar do amigo, levantou-se com calma. Aproximo