Mundo ficciónIniciar sesiónOuço os gritos de Alessandro, mas não paro, porque só vejo a porta do carro aberta, meu refúgio, minha salvação. Corro o máximo que posso. “Já chego, já chego!”, me digo, olhando como me aproximo e, justo antes de chegar ao carro, sinto algo me golpeando nas costas e caio de bruços, machucando meus joelhos. Alessandro me levanta no colo e me coloca no carro, que sai em alta velocidade.
—Lili, L






