470. DE REGRESSO A ROMA

ALESSANDRO:

Rufo e eu olhámo-nos, depois observamo-la a ela, que nos olha inocentemente, e ambos soltamos uma gargalhada. Não podemos acreditar que todo este tempo tivemos as chaves ao nosso alcance sem o saber.

—Por que se riem? —pergunta Lilian.

—Dir-te-ei depois, querida. Já são mais de três da tarde. Deixa que os rapazes preparem tudo e vamo-nos embora —digo enquanto me ponho de pé para dar as ordens—.
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