Mundo de ficçãoIniciar sessãoSua expressão muda imediatamente. Ele para de sorrir e seu semblante se torna severo. Uma rajada de perigo silencioso preenche o ar. Minetti dá outro passo em minha direção, e já não tenho para onde recuar. Minha costas colidem com uma das colunas da casa, me prendendo entre sua presença e o mármore frio. Ele abaixa o olhar até encontrar o meu. Por um instante, não sei se está prestes a me recriminar ou se simplesmente está brincando com meu medo.
—Pare de fazer isso! —escapo por um lado sem parar de falar—. Pois você já sabe que eu sempre falo a verdade, não consigo mentir. Por isso prefiro que sejamos bons amigos, e propus que nos chamássemos pelos diminutivos. Não há nada por trás desse pedido. Minhas pernas mal me sustentam, mas tento me manter firme, mesmo quando todo meu interior grita para que eu nã






