278. A CHAMADA DE ANDY
LILIAN:
Fiquei olhando para o telefone. Por que dizia que se chamava Adriano Mancini? Que tipo de brincadeira ridícula era essa? Andy sempre tinha sido um pouco melodramático, mas hoje ele conseguia se superar até mesmo em relação a si mesmo. Senti meu estômago roncar, e qualquer outra preocupação ficou em segundo plano. Minha prioridade era comer, qualquer coisa, antes de começar a lidar com as bobagens do meu namorado.
—Onde eu vou estar? Na minha casa —respondi, ainda confusa. Não podia di