Eu devia estar aliviada.
Ou feliz. Talvez animada. Mas, acima de tudo, eu só queria acreditar.
Enquanto esperava o elevador subir até o apartamento de Carlos, fiquei girando a aliança falsa entre os dedos — aquela de vitrine, só pra “ensaiar o visual”. Ainda nem era oficial, mas eu já me sentia noiva. Já estava no papel, não estava? Com o evento marcado, convidados selecionados, meu pai meio conformado (ou cansado), e Carlos… Carlos me esperando.
Quando a porta do elevador abriu, meu coração di