O laboratório estava em silêncio absoluto, exceto pelo som ritmado das teclas sendo pressionadas e pelo zumbido dos equipamentos de monitoramento. Eu estava ali há dias, mergulhada na pesquisa como uma obsessão doentia, tentando encontrar uma solução para um impasse que me fazia sentir como se estivesse batendo contra uma parede de concreto.
O café na minha caneca já estava frio. A pilha de papeis rabiscados ao meu lado só aumentava, e meus olhos ardiam de cansaço. Mas eu não podia parar. Não a