Visivelmente irritado, Cristiano voltou a pegar a garrafa e encheu mais um copo.
— Dois anos atrás, pouco importa se ela fez de propósito ou não. — A voz de Isabela ganhou firmeza. — O fato é que meu filho morreu por causa dela. E naquele dia, na mansão da família Pereira, foi ela quem me empurrou. Uma coisa atrás da outra, Cristiano.
— Você quer dizer que, na mansão da família Pereira, foi ela quem te empurrou e te fez abortar? — Interrompeu ele.
O tom era displicente, carregado de ironia.
Isab