O mingau ainda soltava vapor.
Cristiano não abriu a boca.
Vendo que ele não comia, o sorriso de Isabela se aprofundou.
— O que foi?
Cristiano olhou para a colher de mingau. Depois, ergueu os olhos para Isabela.
Ela continuou, com a voz calma:
— Foi a sua mãe quem lavou tudo com as próprias mãos. Desde a hora em que desci, estou sentada aqui. Vi ela fazer tudo diante dos meus olhos.
Então inclinou levemente a cabeça e acrescentou:
— Mesmo que você não confie em mim... Não vai confiar na sua própr