Cristiano estava, de fato, à beira da loucura, levado até ali por Isabela.
Ainda assim, considerando a condição física dela, ele sabia que não podia forçar demais.
Virou o corpo e sentou-se à beira da cama. Em seguida, puxou Isabela para os braços, num gesto firme.
Pegou o copo de suco do criado-mudo e levou até a boca dela.
— Bebe.
Num estalo seco, Isabela bateu no copo. Ele caiu no chão e se partiu em dois.
Cristiano ficou em silêncio.
— Me solta. — Isabela se debateu.
— Já tomei banho. — Cont