Cristiano a puxou de repente para os braços.
— Está bem. Nada de coisa simples. Eu faço para você. Eu mesmo. Tudo bem?
Ele faria com as próprias mãos.
Na mente de Cristiano, aquilo já era a maior concessão possível quando tentava acalmá-la. Antes, ele até sabia como agradar Isabela, mas nunca, nunca mesmo, tinha chegado ao ponto de entrar na cozinha por ela.
Agora, queria apenas uma coisa: conter imediatamente aquele mau humor.
Só que Isabela, já exausta das atitudes superficiais dele, não era m