Mundo de ficçãoIniciar sessãoMarye passou a mão pelos lábios ao acordar, como se ainda pudesse sentir o beijo da noite anterior.
Não era apenas lembrança física — era a consciência plena de que algo havia sido iniciado sem volta possível. O beijo de Gustavo não fora impulsivo, nem desesperado. Fora firme, consciente, quase solene. Um gesto de quem sabia exatamente o que estava fazendo… e ainda assim escolhia fazer.Ela se sentou na cama, o lençol escorrendo pelos ombros, e respirou fundo. Pela primeira vez em mui






