Jean, lá de cima, olhou para mim e fez um leve aceno de cabeça. Um simples gesto, mas foi como se me lançasse uma corda enquanto eu afundava em um abismo. Em questão de segundos, o desespero deu lugar a uma onda de alívio e felicidade. Senti um calor intenso no peito, e, com um sorriso discreto, retribuí o gesto à distância.
Por mais que o Bracelete de Jade não estivesse mais ao meu alcance, vê-lo nas mãos de Jean era, sem dúvida, o melhor desfecho possível.
— Trezentos milhões! Alguém mais? — I