Depois de me despedir dos colegas, continuei andando em direção à saída. De repente, senti um tapa leve no ombro, vindo por trás. Quando me virei e vi aquele rosto, um mau pressentimento tomou conta de mim.
— Davi, você... — Mal comecei a falar, e ele avançou, cobrindo minha boca.
Não foi com a mão diretamente, mas com um lenço que ele segurava na palma.
Na mesma hora, uma enxurrada de pensamentos horríveis percorreu minha mente: sonífero, droga, abuso... até mesmo assassinato.
Por algum motivo,