— Por que não? Você já esteve na minha casa antes. — Eu disse com um sorriso.
Jean riu de leve e respondeu:
— Mas agora o significado é outro.
E era mesmo. Tinha razão. Essa era a primeira vez que eu o convidava para o meu apartamento depois de termos assumido nosso relacionamento. De certa forma, era um tipo de sinal, talvez uma aprovação silenciosa.
Eu lancei um olhar rápido para ele e murmurei quase inaudivelmente:
— Vem se quiser.
Ele apenas sorriu, sem dizer nada, e desceu do carro comigo.