O nome que apareceu na tela do sistema do carro não foi nenhuma surpresa: era Jean. Meu coração deu um salto, e a adrenalina correu pelas minhas veias.
— Oi... o que foi? — Atendi, mas minha voz saiu um pouco afetada, quase como um tom manhoso, o que me deixou surpresa comigo mesma.
Jean manteve seu tom habitual calmo e gentil:
— Já acordou? Por que respondeu só uma palavra e sumiu?
— Estou dirigindo. — Expliquei. — O trânsito da hora do rush está intenso, não dá para ficar olhando o celular.
—