Eu, completamente envergonhada e nervosa, interrompi Jean apressadamente:
— Eu vou resolver tudo. Confie em mim.
Ele assentiu com a cabeça, e as feições perfeitas e marcantes dele pareceram se iluminar com certa emoção:
— Tudo bem, eu confio em você. E… espero por você.
— Hum.
— Está frio lá fora. Suba logo. Qualquer coisa, me ligue.
— Certo. — Concordei com um aceno enquanto recuava alguns passos. Também o alertei. — Volte para casa e descanse cedo. Não se esforce demais. Sua saúde é o que sust