— Alô, Kiara...
A voz baixa e suave de Jean soou do outro lado da linha, com um tom tão acolhedor que parecia aquelas locuções claras e tranquilas da época de escola, capazes de aquecer o coração e afastar qualquer frio.
Eu segurava o celular, mas minha mente deu um branco completo. Quando tentei falar, as palavras simplesmente travaram, e tudo o que consegui dizer foi:
— Então... você já comeu?
Do outro lado, ouvi um riso contido:
— Já comi. E você?
— Eu? — A pergunta dele me pegou de surpresa