Sebastian levou Karen para jantar em um de seus restaurantes. Era um lugar sofisticado, discreto, frequentado por pessoas que sabiam exatamente onde estavam e quanto aquilo custava. Ainda assim, Karen destoava de forma bonita. Vestia-se com simplicidade, sem joias chamativas ou exageros, mas havia nela uma elegância natural que não se comprava. Uma presença tranquila que chamava atenção sem pedir.
“Como estão as coisas no orfanato?” Ele perguntou assim que o garçom se afastou, depois de servir