Sebastian estava desesperado demais para raciocinar. Quando Karen finalmente abriu a porta do banheiro, o rosto manchado de lágrimas e rímel, ele tentou impedir que ela saísse, segurando-a pelo braço com mais força do que pretendia.
"Me escute," ele implorou, os dedos apertando seu braço. "Karen, por favor, só me escute."
"Me solte agora," Karen disse, a voz perigosamente calma apesar das lágrimas, "ou chamarei a polícia."
A ameaça não era um blefe, era um aviso.
Ele olhou para a própria mão se