A mansão Santana era um verdadeiro caos.
Assim que cruzou a porta principal, Elian sentiu que toda a raiva que havia contido durante o trajeto explodia de golpe. Sem sequer parar, pegou o enorme vaso de porcelana que decorava a entrada e o lançou com todas as suas forças contra a parede.
O estrondo retumbou por toda a residência.
Milhares de fragmentos ficaram espalhados sobre o mármore enquanto sua respiração se tornava cada vez mais pesada.
—Maldição!
Os empregados abaixaram a cabeça imediata