Mundo de ficçãoIniciar sessãoO silêncio do Grande Salão do Trono era cortante, uma lâmina invisível que parecia esperar pelo menor deslize de Cedrik para se abater sobre ele. A Rainha Isolde estava de pé diante da imensa lareira, cujas chamas projetavam sombras retorcidas em seu rosto pálido e aristocrático. Ela não se virou quando o filho entrou; sua atenção estava fixa em um pequeno pássaro de prata que ela manipulava entre os dedos longos e finos, um autômato que soltava trinados metálicos e melancólicos.
— Ouvi d






