— Dravos... o que você está dizendo? — o pânico real, frio e sem qualquer vestígio de excitação, começou a subir pela minha garganta, sufocando a minha capacidade de raciocínio. — Uma gravidez? Isso... isso é biologicamente absurdo. Eu sou humana. Uma criança híbrida... um herdeiro de presas, garras e feitiçaria dentro do meu útero... me consumiria por inteiro antes do primeiro trimestre. Eu morreria se houvesse uma vida dessas crescendo em mim.
Dravos não respondeu imediatamente. Ele me ergueu