Sakura, ainda tremendo, tocou a barriga inchada pela porra.
— Eu... eu ainda tenho medo. Mas... não consigo te resistir.
Hiroshi sorriu, olhos dourados brilhando.
— Bom. Porque eu não vou te deixar escapar nunca mais.
Ele a ajudou a se arrumar, mas não deixou ela limpar a porra que escorria pelas coxas. “Quero que sinta meu filho e minha porra o resto do dia.”
Sakura saiu da sala cambaleando, pernas trêmulas, calcinha encharcada, barriga e boceta latejando. O dia de trabalho continuou como um b