Sakura Yamamoto acordou com o estômago revirando, uma náusea forte subindo pela garganta como bile quente. O relógio no celular marcava 06:47. O quarto pequeno do apartamento estava escuro, cortinas fechadas, mas a luz fraca que entrava pela fresta já bastava para fazer sua cabeça latejar. Ela se sentou na cama devagar, mão pressionando a barriga levemente inchada, e o enjoo piorou.
— Merda... de novo não — murmurou, voz rouca de sono e dos gemidos da noite anterior, quando tinha se masturbado