Mundo de ficçãoIniciar sessãoO eco do grito final de Silas Vane ainda parecia vibrar nas paredes de gelo dos Alpes, mas para Claire Thorne, o som que prevalecia era o de sua própria respiração, calma e rítmica. Ela permanecia à beira do precipício, observando o nada para onde o "Santo da Amazônia" havia caído. Não havia triunfo em seu rosto, apenas o alívio pesado de quem termina uma tarefa exaustiva.
Arthur aproximou-se, seus passos rangendo na neve fresca. Ele não disse nada por um longo tempo, apenas ficou ao lado






