Mundo de ficçãoIniciar sessãoO quarto do Hotel Central cheirava a mofo e a desespero. Vitor Albuquerque, o homem que outrora figurava nas listas dos solteiros mais cobiçados do país, agora fitava o teto manchado de infiltrações, segurando um copo de plástico com uísque barato. O ar-condicionado barulhento parecia repetir, num ritmo metálico, o nome que ele tentara apagar da memória: Clarice, Clarice, Clarice.
Ele esticou o braço para o telefone de cabeceira e discou, pela décima vez naquela manhã, para o seu corretor






