Todas essas sensações esquecidas voltaram a ela quando começou a explorá-la, sua sensualidade, sua feminilidade. Quando as pontas ásperas a roçaram, o ardor e o desejo voltaram; quando sua boca se fechou com fúria novamente sobre seu ombro, através do tecido de seu moletom, seu corpo recuperou a capacidade de provocar uma cócega constante na parte inferior do ventre.
Os sons roucos e baixos, quase guturais, como se emergissem das entranhas de Owen, envolveram seu corpo em um cobertor invisível de erotismo. Eram sons de aprovação, de desejo, que ela provocava. Sua mente processou esses sons e tirou dos cantos essa consciência de saber que era mulher e de se sentir mulher.
Sua necessidade crescia junto com as carícias bruscas, junto com os beijos que se intercalavam com mordidas, e quando ele pronunciava seu nome, chamando-a. Ela queria responder, mas quando tentava, só conseguia soltar gemidos e gemidos. E seu perfume invadia seu corpo na mesma medida que suas mãos.
O halo quente da pa