Pedro se jogou na cadeira do escritório, a frustração e a fúria borbulhando dentro dele. A casa vazia e as últimas palavras de Sofia ecoavam em sua mente, mas nada o incomodava tanto quanto a imagem de Ana partindo. Ele massageou as têmporas, a dor de cabeça latejando.
A porta se abriu de repente e sua mãe entrou, os olhos em brasa. Antes que Pedro pudesse reagir, ela o atingiu com um tapa forte no rosto. O som estalou no silêncio do escritório.
_ Como você pôde, Pedro?, ela esbravejou, a voz e