Nikolai:
— Foda-se a empresa. Achou que eu não merecia saber sobre meus sobrinhos? — Ele sorria para mim como há muito tempo não o via, deixando sua mão em meu ombro. Eu abracei meu irmão como se fôssemos apenas os dois meninos criados no subúrbio de antigamente.
Ele se afastou, caminhando para o bar, pegando uma dose para ele e trazendo outra para mim. Sua mão estendeu o copo, balançando a cabeça em positivo. Eu balancei a minha, pegando o copo e virando de uma vez, junto com ele.
— Como ela e