León:
— Digo que lo siento, y nunca quise avergonzarla — Eu parei na porta do quarto enquanto a via encostada na janela com o celular próximo ao rosto.
O som baixo do seu choro era claro, seus ombros se encolheram quando ela deixou o celular deslizar ao chão. Eu queria protegê-la, sentia ódio e raiva, e tentava não lhe deixar ver como queria apertar algumas gargantas.
— Eu trouxe rosquinha. — Falei, batendo na porta. Seu rosto se virou mais para a janela, limpando seu rosto rapidamente.
Eu alca