George me olhou sem dizer uma palavra.
Meu coração batia cada vez mais rápido, aquela sensação era como a de um criminoso esperando o veredito.
Depois de um longo silêncio, finalmente houve movimento de George. Ele levantou a mão e me puxou.
— Carolina Pinto, solte-me.
Meu coração, que estava preso na garganta, despencou como se eu tivesse sido lançada de um abismo profundo.
Uma dor imensa e a vergonha tomaram conta de mim, e eu deixei de lado toda a minha teimosia e orgulho para pedir reconcili