Um cara de quase um metro e oitenta, e quase me derrubou.
Cambaleei um pouco, mas antes mesmo de conseguir xingá-lo, Lídia já vinha em nossa direção. O rosto dela estava fechado, com uma expressão que beirava o assustador.
Por um instante, me dei conta de como Lídia era feia. E me perguntei como, em algum momento, eu já tinha achado que ela era bonita.
Talvez fosse isso que chamavam de “a aparência reflete o coração”. A Lídia de hoje era alguém amarga, distorcida por dentro. E agora, parec