— Mana! — Augusto apareceu na minha frente com aquele sorriso cínico que só ele sabia dar.
Era incrível como o azar tinha o dom de me colocar cara a cara com pessoas que eu menos queria ver. Suspirei, puxando um sorriso forçado:
— O que foi agora? Fez besteira?
Augusto não era do tipo que aparecia em um lugar como aquele sem uma boa razão... Ou melhor, sem uma encrenca.
Ele deu de ombros e, sem o menor constrangimento, confirmou:
— Pois é, dirigindo sem habilitação.
Na hora, lembrei