Era Luiz.
Larissa franziu a testa rapidamente, mas foi um lampejo que logo desapareceu, e ela cumprimentou com naturalidade:
- Bom dia, Sr. Luiz.
- Eu não estou bem, meu coração está prestes a doer até a morte. – Disse Luiz. Ele se sentou no sofá, cruzou as pernas, seu rosto naturalmente charmoso agora ostentava um sorriso, parecendo ainda mais um playboy, reclamando. – Secretária Larissa, enviei flores para você tantas vezes e você nunca me agradeceu. Comecei a suspeitar se estava enviando par