Esther sentiu a mãozinha de Estélio agarrar a sua e balançar suavemente.
Ele não disse nada, mas era óbvio que queria ficar com ela.
— Nesse caso, podemos emitir os documentos necessários. Se nenhum parente dele aparecer, você poderá levá-lo para o seu país, registrá-lo e matriculá-lo na escola. — Disse o responsável.
— Tudo bem. — Respondeu Esther, acenando com a cabeça enquanto esperava na embaixada com o menino.
Os papéis ficaram prontos em poucos minutos.
Quando Esther e Estélio saíram da em