Gustavo foi arrastado até o laboratório sem piedade.
Sem hesitar, forçaram ele a ingerir todas as toxinas que um dia usou em suas vítimas. A dor era insuportável. Ele se contorcia no chão, o rosto estava pálido como cera, e espuma escorria de sua boca. Seus gritos de agonia ecoavam no espaço, mas ninguém demonstrava compaixão. Especialmente o Faraó.
O Faraó se aproximou lentamente, enquanto Gustavo sofria, e começou a torturá-lo com uma lâmina.
— Se não fosse por você, eu nunca teria sido separa