— Não vou morrer. — Marcelo respondeu com dificuldade, a dor estampada em seu rosto enquanto ele respirava com dificuldade. Suas sobrancelhas se contraíam de agonia. — Se eu morrer, quem vai te proteger? Então eu não vou morrer.
Esther não suportava ouvir esse tipo de coisa. Suas lágrimas caíram ainda mais intensamente. O olhar de Marcelo continuava suave, e ele deu leves tapinhas nas costas dela, tentando acalmar sua tristeza.
Ele também estava com medo. Medo de morrer e deixar Esther sozinha.